cover
Tocando Agora:

Montenegro revela que Textor tem dívida com empresário de Vini Júnior pela SAF do Botafogo

Durante entrevista aos Donos da Bola, o ex-dirigente do Glorioso fez um alerta sobre a situação envolvendo o mandatário da SAF e externou a preocupação com...

Montenegro revela que Textor tem dívida com empresário de Vini Júnior pela SAF do Botafogo
Montenegro revela que Textor tem dívida com empresário de Vini Júnior pela SAF do Botafogo (Foto: Reprodução)

Durante entrevista aos Donos da Bola, o ex-dirigente do Glorioso fez um alerta sobre a situação envolvendo o mandatário da SAF e externou a preocupação com o momento do clube

O Botafogo não atravessa um bom momento fora de campo e isso tem afetado diretamente o trabalho nos bastidores. John Textor, que comanda a SAF do clube, acumula uma série de dívidas.

Durante uma entrevista ao programa Os Donos da Bola, o ex‑presidente Carlos Augusto Montenegro afirmou que o empresário deve valores a credores, entre eles pessoas ligadas a Vinicius Júnior, do Real Madrid e da Seleção Brasileira.

“Ele provocou essa situação e, infelizmente, eu preferia que não tivesse acontecido. Está saindo pela porta dos fundos. Vai continuar jogando para o público, mas eu acho que ele não volta mais ao Brasil, porque aqui já não há espaço para ele. E algo que ninguém compreende é que o Botafogo social não tem ligação com isso.”

Situação é alarmante?

“Ele está devendo aos sócios nos Estados Unidos. Deve à Ares, à Iconic, ao JP Conte e à Michele Kang. Deve até a um grupo de empresários do Vinicius Júnior, que acreditou nele e comprou uma parte da SAF Botafogo ou da Eagle. Está devendo para todo mundo.”

O ex‑dirigente do Glorioso ainda acredita que o clube pode encontrar um rumo sem Textor, com a GDA Luma. “Acredito que sim. Qualquer alternativa seria melhor do que o que vivemos. Não temos dinheiro para quitar 14 transfer bans. O Gabriel de Alba foi bastante consultado, houve diálogo.”

Foto: Imagem criada pelo Bolavip com auxílio do ChatGBT

“O João Paulo (Magalhães Lins) se cercou de um banco de primeira linha, como o BTG, para validar a escolha ou indicar a melhor opção. A GDA tem grande experiência em recuperar empresas em situação pré‑falimentar. Eles, por exemplo, recuperaram o Cirque du Soleil. Conferimos com muita gente. Não há nada no currículo deles que desabone. Não há.”