Análise: Cuca deve apostar em Escobar para reforçar a defesa do Santos diante do Palmeiras
O lateral, que desfalcou o Peixe nos duelos contra Fluminense e Bahia, pode receber uma nova oportunidade no clássico De acordo com o jornalista Lucas Musetti...
O lateral, que desfalcou o Peixe nos duelos contra Fluminense e Bahia, pode receber uma nova oportunidade no clássico
De acordo com o jornalista Lucas Musetti, o técnico Cuca avalia a possibilidade de escalar Escobar, desfalque nos jogos contra Fluminense e Bahia, como titular do Santos diante do Palmeiras.
Escobar de volta ao time titular?
Vice-líder do campeonato, o rival tentará assumir o controle do clássico desde o primeiro minuto. Pensando nisso, Cuca entende que o Peixe precisa estar preparado para defender e contra-atacar.
O argentino Barreal, atacante de origem, teve boas atuações jogando improvisado na posição, mas Escobar oferece maior segurança e pode ser importante para conter as investidas do Palmeiras.
Neymar, expulso após discutir com Rodrigo Nestor, será baixa. Como já havia recebido o terceiro cartão amarelo, o camisa 10 também não poderá enfrentar o Red Bull Bragantino no dia 2 de novembro.
Ao que tudo indica, Cuca manterá Everton Cebolinha, Gabigol, Philippe Coutinho e Gabriel Bontempo juntos.
Falando em Gabi, o centroavante é uma das principais apostas do Santos para buscar a vitória. Na atual temporada, o artilheiro soma 25 gols e 10 assistências em 47 jogos disputados.
Infográfico sobre o tema da matéria – Foto: gerada com auxílio de IA pelo Bolavip Brasil.Oliva substituirá Neymar
Em entrevista coletiva, Cuca confirmou que o uruguaio Christian Oliva será o substituto de Neymar no meio-campo.
O volante formará dupla com Gustavinho, um dos pilares da equipe. Rollheiser também surge como opção no banco de reservas, mas o comandante prioriza uma formação mais conservadora.
“Provavelmente, a gente volta com o Oliva, perdemos o Neymar”, disse Cuca após o empate com o Bahia.
“O que eu falo para eles é: sempre que o treinador põe uma equipe ofensiva, ele precisa que os jogadores deem as mãos, corram uns pelos outros. Não precisa marcar, passa a linha da bola”, concluiu.