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Análise: Jardim lamenta queda nos pênaltis e justifica posse de bola sem gols

Comandante flamenguista vem sendo muito criticado pela eliminação na Libertadores contra o Estudiantes Leonardo Jardim parecia um pouco desconexo com a queda...

Análise: Jardim lamenta queda nos pênaltis e justifica posse de bola sem gols
Análise: Jardim lamenta queda nos pênaltis e justifica posse de bola sem gols (Foto: Reprodução)

Comandante flamenguista vem sendo muito criticado pela eliminação na Libertadores contra o Estudiantes

Leonardo Jardim parecia um pouco desconexo com a queda na Copa Libertadores da América. O plantel não conseguiu ser melhor do que o Estudiantes durante os dois confrontos e de forma justa saiu do torneio internacional.

Durante a coletiva, o comandante flamenguista lamentou bastante a eliminação, mas fez questão de enaltecer a torcida que compareceu em peso ao Maracanã para apoiar os atletas.

“Queria agradecer a este público que estava aqui presente e estava entusiasmado com a nossa campanha. É uma frustração grande e decepção. Operamos as mudanças que achamos necessárias. O adversário estava a jogar em bloco baixo. O Arrasca poderia nos dar a qualidade do jogo entrelinhas“, disse.

“Arriscamos com os outros jogadores. Mantivemos peças como Paquetá, que estão perto do gol. Arriscamos com BH e Plata. O roteiro foi muito parecido. Eles fecharam o bloco e não conseguimos ter essa presença na área que poderíamos“, completou.

Faltou efetividade

Ainda segundo Jardim, o CRF dominou o embate, mas faltou criar chances de gols. Ele ressaltou que o Mengão teve quase 75% de posse de bola, só que não conseguiu ser objetivo.

“O confronto aqui no Maracanã foi dominado por nós. Vocês às vezes falam muito de dados, foram quase 75% de posse de bola. Mas em termos de efetividade, não conseguimos ter essa presença na área. Criamos duas situações de gol, mas não fomos capazes de criar mais. Isso se deve também à atitude do adversário“, analisou.

“É uma equipe que fez uma grande campanha e só perdeu para nós na fase de grupos. E não conseguimos finalizar, que é o objetivo. É uma pena, porque todo mundo estava imbuído desse espírito, não só os torcedores, mas também nós do grupo. Todos se dedicaram ao máximo para chegar à final. Nos pênaltis, as coisas não aconteceram a nosso favor“, afirmou.

A volta do camisa 10

Sobre Arrascaeta: “Com certeza, o Arrasca, na semana que passou, trabalhou o físico, sem contato. Nesta semana, nos treinos que fizemos, ele trabalhou com o grupo, fez as atividades com os companheiros. Dificilmente ia entrar de início por conta do impacto que foi o duelo, e vocês viram como o adversário impactou muito e como o bloco deles estava baixo“, pontuou.

“O Arrasca é o melhor que temos para jogar em pequenos espaços, e ele também se disponibilizou, desde a semana passada, a ser uma solução se a equipe tivesse necessidade. Se a formação estivesse ganhando, não íamos precisar dele, mas, nessa situação em que estávamos com mais um jogador e havia muito jogo entre linhas, ele entrou. Não fez uma excelente apresentação, mas tentou ajudar naquilo que foi possível, assim como todos que entraram“, finalizou.