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Árbitros da Copa do Mundo podem receber mais de R$ 500 mil para atuar no torneio

Responsáveis por conduzir os jogos do principal torneio do futebol mundial, os árbitros da Copa do Mundo terão uma remuneração expressiva A poucas horas da...

Árbitros da Copa do Mundo podem receber mais de R$ 500 mil para atuar no torneio
Árbitros da Copa do Mundo podem receber mais de R$ 500 mil para atuar no torneio (Foto: Reprodução)

Responsáveis por conduzir os jogos do principal torneio do futebol mundial, os árbitros da Copa do Mundo terão uma remuneração expressiva

A poucas horas da estreia na Copa do Mundo de 2026, a seleção do Irã se tornou protagonista de uma polêmica fora das quatro linhas. Autoridades do país afirmaram que comunicaram oficialmente à FIFA a possibilidade de abandonar partidas do torneio caso ocorram manifestações políticas contra o regime iraniano dentro dos estádios.

A declaração foi feita pelo ministro dos Esportes do Irã, Ahmad Donyamali, que revelou a posição adotada pelo governo antes do início da competição. Segundo ele, a federação iraniana considera inaceitável que protestos políticos sejam direcionados à delegação nacional durante os jogos do Mundial.

Governo iraniano faz exigências à FIFA antes da estreia

De acordo com Donyamali, o Irã informou à entidade máxima do futebol que os jogadores deixariam o campo imediatamente caso fossem registrados cânticos ou slogans políticos contra os líderes da República Islâmica durante as partidas.

Além da preocupação com manifestações verbais, o governo também solicitou à FIFA um controle rigoroso sobre os símbolos exibidos nas arquibancadas. A principal exigência envolve a proibição da antiga bandeira persa com o leão e o sol, frequentemente utilizada por grupos opositores ao regime atual.

SP – SAO PAULO – 10/06/2025 – ELIMINATORIAS COPA DO MUNDO 2026, SELECAO BRASILEIRA X PARAGUAI – Torcida durante partida entre Selecao Brasileira e Paraguai no estadio Arena Corinthians pelo campeonato Eliminatorias Copa Do Mundo 2026. Foto: Jhony Pinho/AGIF

As autoridades iranianas defendem que apenas a bandeira oficial do país seja permitida nos estádios durante a realização da Copa do Mundo. A medida faz parte de uma estratégia para evitar episódios de contestação política envolvendo a seleção nacional.

Los Angeles aumenta preocupação da delegação iraniana

A preocupação do governo iraniano ganha ainda mais relevância porque as duas primeiras partidas da equipe acontecerão em Los Angeles. A cidade abriga uma das maiores comunidades iranianas fora do país e concentra milhares de opositores do atual regime.

O cenário aumenta significativamente a possibilidade de protestos durante os jogos do Mundial. A expectativa é de que grupos da diáspora iraniana aproveitem a visibilidade da competição para promover manifestações políticas nos estádios.

Por conta desse contexto, a Federação Iraniana de Futebol decidiu transferir sua concentração para a cidade de Tijuana, no México. A estratégia busca reduzir o período de permanência da delegação em território norte-americano, limitando as viagens aos Estados Unidos apenas às datas das partidas.

A seleção iraniana estreia na Copa do Mundo diante do Egito e depois encara a Bélgica, antes de fechar sua participação na fase de grupos contra a Nova Zelândia. O desempenho esportivo, entretanto, divide espaço com as preocupações extracampo envolvendo segurança e manifestações políticas.