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Com homenagem a Pelé e a Seleção Brasileira de 70, Azteca abre a Copa do Mundo

Rivellino volta ao Azteca para abertura do Mundial e se emociona ao falar do palco histórico e icônico para o Brasil A Copa do Mundo de 2026 terá um peso emo...

Com homenagem a Pelé e a Seleção Brasileira de 70, Azteca abre a Copa do Mundo
Com homenagem a Pelé e a Seleção Brasileira de 70, Azteca abre a Copa do Mundo (Foto: Reprodução)

Rivellino volta ao Azteca para abertura do Mundial e se emociona ao falar do palco histórico e icônico para o Brasil

A Copa do Mundo de 2026 terá um peso emocional histórico: será a primeira edição sem a presença do Rei Pelé, falecido em dezembro de 2022. Para tornar tudo ainda mais simbólico, o pontapé inicial do torneio acontecerá no lendário Estádio Azteca.

O palco não poderia ser mais perfeito, afinal, foi naquele gramado que a Seleção Brasileira encantou o mundo em 1970, conquistando o tricampeonato com uma campanha impecável de seis vitórias e uma goleada inesquecível de 4 a 1 sobre a Itália.

Um recorde histórico será quebrado nesta quinta-feira (11)! Ao receber o confronto de abertura entre México e África do Sul, o Azteca se isolará como o único estádio a acolher partidas em três edições de Copa do Mundo. O gigante mexicano, que já foi o coração dos Mundiais de 1970 e 1986, escreve mais um capítulo pioneiro no esporte.

Rivellino estará presente no Azteca foto:Daniel Vorley/AGIF.

Rivellino volta ao palco do Tri

O clima de nostalgia tomará conta do gramado antes mesmo do apito inicial, com uma série de homenagens organizadas para celebrar Pelé e o lendário esquadrão brasileiro de 1970. De acordo com o Estadão, que antecipou a informação, a cerimônia vai reverenciar os grandes nomes que moldaram a história do futebol e transformaram o Azteca no templo sagrado que ele é hoje.

Entre os nomes confirmados para o evento está Roberto Rivellino, um dos principais destaques do Brasil na Copa de 1970, que retorna ao palco da histórica final contra a Itália. Pelo lado italiano, a homenagem contará com a presença de Gianni Rivera, ex-atleta do Milan e integrante daquela seleção vice-campeã mundial.

(Foto: Reprodução)

Emocionado com o retorno ao palco onde fez história, Rivellino guarda um vínculo especial com o país-sede. O eterno 11 possui uma das chaves simbólicas da Cidade do México, uma honraria carinhosa que foi entregue aos heróis daquele inesquecível tricampeonato mundial.

Diego Armando Maradona também será enaltecido

Além das glórias brasileiras, a cerimônia homenageará Diego Maradona, o grande nome da conquista da Argentina na Copa do Mundo de 1986. O torneio também teve como palco principal o Estádio Azteca, consolidando a mística do local em consagrar os maiores gênios do futebol.