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Confira 20 jogadores famosos que vivem na ruína

A lista trás ex-atletas que tiveram momentos de glórias mas que não cruzaram um bom momento financeiro Sabemos que o universo do futebol envolve muitas gló...

Confira 20 jogadores famosos que vivem na ruína
Confira 20 jogadores famosos que vivem na ruína (Foto: Reprodução)

A lista trás ex-atletas que tiveram momentos de glórias mas que não cruzaram um bom momento financeiro

Sabemos que o universo do futebol envolve muitas glórias, conquistas e muito dinheiro. No entanto, alguns jogadores não conseguem manter o nível da vida financeira enquanto estão no auge e após pendurar as chuteiras, passam por algumas dificuldades.

Estamos falando de jogadores que sofreram diversos tipos de percalços com sua sorte, que passaram ou estão passando por diversos tipos de problemas. Pensando nisso, o Bolavip Brasil listou 20 jogadores conhecidos no futebol brasileiro que vivem em ruína.

20 – Jucilei

Foto: Marcello Zambrana/AGIF

Uma investigação internacional revelou que um ex-jogador de destaque do futebol brasileiro foi lesado por um esquema bilionário envolvendo criptomoedas. Trata-se de Jucilei, ex-volante com passagens por Corinthians, São Paulo e seleção brasileira, que, segundo a polícia, teve um prejuízo estimado em R$ 45 milhões ao investir no projeto.

O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos apontou que o caso se trata de um esquema de pirâmide, responsável por perdas de cerca de US$ 50 milhões entre os investidores. A fraude era atribuída a um suposto executivo chamado Salvador Molina, que se apresentava como CEO da Forcount, empresa de investimentos em criptomoedas que não existia.

19 – Gilmar Fubá

(Foto: Reprodução)
Foto: Rodrigo Coca / Ag.Corinthians

Campeão mundial pelo Corinthians em 2000, Gilmar Fubá enfrentou dificuldades financeiras após ter largado o futebol. O ex-zagueiro sempre disse que gastou muito e revelou que quando viu muito dinheiro em sua conta não pensou duas vezes e foi comprar uma BMW.

Sempre muito engraçado, algumas de suas entrevistas viralizaram nas redes sociais. Vítima de câncer de medula óssea, contra o qual lutou durante anos e morreu em 2021.

18 – Perivaldo

(Foto: Reprodução)
Foto: Pedro Martins/AGIF

Perivaldo construiu a carreira atuando pela lateral direita, mas chamava atenção principalmente pela vocação ofensiva. Rápido, com arrancadas longas e cruzamentos constantes, ganhou destaque no Botafogo e também defendeu clubes como São Paulo e Palmeiras, além de ter atuado no futebol da Coreia do Sul. Após encerrar a carreira, optou por permanecer em Portugal, país onde não chegou a jogar profissionalmente.

A vida fora dos gramados, porém, foi marcada por dificuldades financeiras. Depois de conseguir emprego como cozinheiro em um hotel de alto padrão, Perivaldo enfrentou problemas causados pela má administração do dinheiro e por empréstimos a conhecidos, o que o levou à falência e a trabalhos informais. Sensibilizado com sua situação, o Sindicato de Atletas do Rio de Janeiro articulou seu retorno ao Brasil, onde passou a atuar auxiliando outros jogadores com base em sua própria trajetória.

17- Felix

(Foto: Reprodução)
Foto: Reprodução

Campeão da Copa do Mundo de 1970, o goleiro Feliz faleceu em agosto de 2012, em decorrência de paradas cardiorrespiratórias e complicações do enfisema pulmonar que sofria. Contudo, ao final de sua vida, não teve bons momentos pela complicada questão financeira em que passava.

Félix, que encerrou a carreira de jogador de futebol em 1977 ao descobrir que tinha uma calcificação no ombro direito que limitava os seus movimentos, também trabalhou como treinador, mas sem o mesmo sucesso. A partir desse momento começaram os problemas financeiros, certamente impensáveis ​​para um dos heróis da Copa do Mundo no México.

16 – Índio

(Foto: Reprodução)
Foto: Shaun Botterill /Allsport

Nasceu na aldeia, mas ficou conhecido mesmo foi no futebol. José Satiro do Nascimento, é um dos jogadores mais importantes da história do Corinthians. Mais não foi bom financeiramente e culpa o período que atuou pelo Alvinegro.

Em entrevista concedida à Gazeta, o atleta afirmou que recebia R$ 1.500 e que foi roubado pelo clube. Atualmente ele é professor voluntário na aldeia Xucuru Kariri, em Caldas, no Sul de Minas Gerais. O ex-lateral tem um projeto social que ensina em torno de 50 crianças de 7 a 16 anos a jogarem futebol.

15 – Ademir da Guia

(Foto: Reprodução)
Foto: Daniel Ramalho/AGIF

Ademir da Guia é uma lenda do Campeonato Brasileiro, com uma carreira repleta de conquistas e destaque. Símbolo do Palmeiras, anos depois de se aposentar, tornou-se vereador da cidade de São Paulo em 2004. O Divino sobrevive atualmente com esse dinheiro.

Idolatrado pela torcida alviverde, ele não conseguiu resolver sua vida com o futebol por vários motivos. Hoje em dia ele está muito ativo nas redes sociais e participa de eventos com torcedores, promovidos pelo Verdão.

14 – Gylmar dos Santos Neves

(Foto: Reprodução)
Foto: Reprodução/TV Globo

Conhecido como uma muralha, o ex-goleiro Gylmar dos Santos Neves é intitulado como campeão de tudo, por ter jogador em grandes times de sua época e sendo campeão do mundo com a Seleção Brasileira. Ídolo do Corinthians e Santos, o goleiro sofreu com problemas de saúde e financeiros até que nos deixou, três dias antes de completar 93 anos.

Depois de encerrar a carreira de jogador em 1969, ele teve uma grande agência de veículos, que ficava na zona leste da capital paulista. Alem disso, o goleiro bicampeão mundial trabalhou como despachante para a ditadura militar. No dia 23 de agosto de 2013 sofreu um infarto e foi internado no Hospital Sírio Libanês, no bairro da Bela Vista, mas não resistiu as decorrência do infarto e do AVC, sofrido em 2000.

 13 – Régis Pitbull

(Foto: Reprodução)
Foto: Reprodução 

Régis Pitbull teve passagem por vários times como Corinthians, Vasco da Gama e Ponte Preta. Infelizmente, as drogas foram o maior atrapalho na vida do jogador, fazendo ele se complicar na carreira e perder todo o dinheiro que tinha.

Em 2012, o ponta-esquerda tentou a reabilitação na Ponte, aos 35 anos de idade. Após passar por nove meses internado em uma clínica de reabilitação, atualmente ele se vê livre das drogas e está empregado: em 2022, após ficar meses internado, começou a trabalhar na fábrica de um amigo de infância.

12 – Washington

(Foto: Reprodução)
Foto: Divulgação/Fluminense

Washington foi um ídolo do Fluminense e de uma geração multicampeã no Tricolor na década de 80. O ex-jogador sofria de Esclerose Lateral Amiotrófica, ou doença de Lou Gehrig. Sem dinheiro para tratar de sua doença, o Flu organizou homenagens para arrecadar fundos para o ex-atleta.

Washington morreu em maio de 2014 e sua luta contra a doença degenerativa foi pública e, de certa forma, condizente com a personalidade extrovertida do ídolo do Fluminense. Houve um movimento da torcida, em jogo contra o Athletico em 2009, para arrecadação de fundos: o Washington Day. Um mês depois, Zico separou R$ 50 mil da renda de seu tradicional Jogo das Estrelas, disputado anualmente no Maracanã.

11 – Muller

(Foto: Reprodução)
Foto: Allsport UK /Allsport

O ex-atleta Muller ganhou muitos títulos e dinheiro atuando por diversos times grandes no Brasil, como São Paulo, Palmeiras, Corinthians e Santos, entre outros. Porém, ele admitiu que gastou muito com farra, carros e mulheres. Muller chegou a morar de favor com o ex-colega de Tricolor, Pavão e disse ter perdido mais de 20 carros e diversos imóveis. 

No mesmo ano que teve que morar de favor na casa de um ex-companheiro de time, Muller disse que uma grande rádio o havia convidado para voltar a ser comentarista. O ex-jogador se deu muito bem na nova função e a exerce até hoje, com passagens por grandes veículos de comunicação do Brasil.

10 – Macedo

(Foto: Reprodução)
Foto: Foto: Allsport UK/ALLSPORT

Companheiro de Muller no São Paulo na década de 90, o o ex-atacante Macedo seguiu o mesmo caminho do amigo na questão de esbanjar dinheiro. O ex-jogador de futebol Macedo passou por diversos clubes, como o Corinthians, Atlético-MG, Ceará, Bragantino, Guaratinguetá, Boavista-RJ, entre outros.

O ex-jogador de futebol Macedo enfrentou dificuldades financeiras após o fim da carreira. Ele jogou em amistosos beneficentes e na várzea porque não tinha um ganha-pão fixo e teve que competir em campeonatos amadores para ganhar uma grana. Atualmente, ele tenta entrar no ramo de empresariar jogadores.

9 – Ezequiel

(Foto: Reprodução)
Foto: Reprodução/Youtube

Ezequiel era um meio do Corinthians na década de 90. Embora tenha tido sucesso dentro dos gramados com a equipe alvinegra, o ex-atleta não conseguiu manter seu nível de vida e atualmente passa por dificuldades financeiras.

Ele se tornou vendedor de medicamentos em Campinas e atualmente, para complementar sua renda, tambem jogo na categoria de Masters do Timão e dá aulas de futebol na escolinha do ex-atacante Chicão, com quem atuou junto nos tempos de Timão. Ezequiel lamenta não ter guardado mais dinheiro: “Quando você está famoso aparecem mulheres e tantas coisas. Acabei tendo filhos fora do casamento e isso atrapalhou um pouco a minha situação financeira”, comentou.

8 – Aílton

(Foto: Reprodução)
Foto: Stuart Franklin/Getty Images

Aílton foi ídolo de vários times na Alemanha, onde foi artilheiro máximo da Bundesliga na temporada 2003-2004 e o primeiro estrangeiro escolhido como o jogador do ano no país. No entanto, gastou muito dinheiro com a família, carros e até cavalos de raça.

O Werder Bremen organizou uma partida de despedida para ele, a fim de conseguir algum dinheiro e entregá-lo ao atacante. Anos atrás ele estava participando de um reality show na Alemanha em busca de uma grana extra para saldar suas dívidas, mas foi eliminado. Ele também participou de diversos eventos e comerciais.

7 – Nunes

(Foto: Reprodução)
Foto: Wagner Meier/AGIF

Jogando ao lado de Zico e companhia, Nunes foi ídolo pela camisa 9 do Flamengo na Libertadores e no Mundial de Clubes de 1981. Com dificuldades financeiras, o ex-atacante tentou emplacar um grupo de pagode nos anos 90, mas não deu certo.

Ele já chegou a comandar algumas equipe juniores do Mengão. Hoje é visto com frequência na Gávea, mas vive modestamente. Além disso, há alguns anos o jogador foi agredido e o prejuízo ultrapassou R$ 100 mil.

6 – Lê

(Foto: Reprodução)
Foto: Reprodução

Também ex-jogador do Flamengo, Lê teve uma passagem meteórica pelo clube. Em 1999, com apenas 20 anos, marcou o gol do título da Mercosul diante do Palmeiras. Ganhava R$ 3 mil na época, mas ele os desperdiçou em despesas desnecessárias: carros luxuosos, animais exóticos.

Após rodar por times pequenos, ele ficou um bom tempo desempregado, mas atualmente está tentando reconstruir sua vida financeira aos poucos. Passou momentos muito complicados, vendiou até camisas de jogo, fazia leilão na rua de chuteira. Eles o ajudaram a pagar, até com fralda para a seu filha.

5 – Jorge Preá

(Foto: Reprodução)
Foto: Reprodução/Youtube

Campeão paulista pelo Palmeiras em 2008 ao lado do ídolo Valdivia, Jorge Preá rodou por várias equipe de menor expressão e não conseguiu controlar as finanças, precisando até trabalhar na limpeza de bueiros e galerias pluviais de São Paulo.

Com uma carreira modesta, a passagem pela Coreia do Sul poderia render uma aposentadoria tranquila, mas isso não foi possível. De cabeça erguida, o ex-jogador não tem vergonha da profissão que exerce. Orgulhoso por ajudar a deixar a cidade mais limpa, Preá topa com ratos e escorpiões com frequência, mas nem por isso deixa de executar a tarefa. Alem disso, o futebol amador é a forma de engordar a renda da família.

4 – Cicinho

(Foto: Reprodução)
Foto: Claudio Villa/Getty Images

A trajetória de Cicinho no auge da carreira foi marcada por decisões que tiveram consequências profundas fora dos gramados. A chegada ao Real Madrid, ponto máximo de sua carreira, acabou potencializando excessos que saíram do controle e deram início a uma sequência de problemas pessoais enfrentados pelo ex-lateral.

Anos depois, Cicinho relatou ter perdido toda a fortuna acumulada e enfrentado um quadro de depressão. Já fora dos campos, revelou situações extremas do período mais difícil da vida, como procurar bitucas de cigarro no condomínio para conseguir fumar, além da dependência do álcool para conseguir dormir.

3 -Valdiram

(Foto: Reprodução)
Foto: Reprodução/Youtube

Artilheiro pelo Vasco da Gama, o ex-atacante Valdiram fez sucesso como jogador da equipe de São Januário. Apelidado de Bad Boy, sua vida antes de chegar ao Vasco já incluía diversas acusações de abuso sexual e problemas com drogas.  Porém, ele teve um triste fim, quando era morador de rua e foi encontrado sem vida em São Paulo, em 2019.

Desde que deixou o clube, o ex-atacante passou por nada menos que 18 clubes diferentes até 2011, quando sua carreira atingiu o fundo do poço devido ao notável crescimento de seus problemas com álcool e drogas. Os vícios tomaram conta de sua vida, deixando-o sem dinheiro e até roubando alguns de seus ex-companheiros de equipe.

2 – Amaral

(Foto: Reprodução)
Foto: Marcello Zambrana/AGIF

Ex-volante do Palmeiras, Amaral, não conseguiu se estabelecer financeiramente. Um dos motivos disso contado por ele mesmo, foi a perda de R$12 milhões na época em que atuava pela Fiorentina da Itália e o clube faliu. Amaral afirma ter vendido todas suas medalhas.

Após a aposentadoria, participou de diversos programas de entrevistas (cobrou cachê para ser entrevistado) e reality shows: A Fazenda, Dancing Brasil e The Masked Singer Brasil. Ele também é ativo em ações sociais e projetos que utilizam o futebol como ferramenta de inclusão, buscando ajudar jovens a terem acesso a oportunidades no esporte.

1 – Garrincha

(Foto: Reprodução)
Foto: Lucas Figueiredo/Getty Images

Sem sombra de dúvidas, o caso mais clássico de jogador que teve muito dinheiro e perdeu tudo foi o de Garrincha. O eterno anjo das pernas tortas, ídolo incontestável do Botafogo e da Seleção Brasileira, perdeu grana de todo jeito possível, sendo enganado por empresário, mulheres e bebida.

Diz-se que teve cerca de 40 amantes, embora tenha havido cinco relacionamentos reconhecidos, dos quais teve 13 filhos. Após sua aposentadoria, ele passou a depender cada vez mais do álcool e de excessos de todo tipo. No fim da vida, em 1983 (dez meses antes de completar 50 anos), estava sem nada e sobrevivia com ajuda de amigos.