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Corinthians e Caixa se blindam contra pressão em negociação da dívida da Neo Química Arena

Corinthians e Caixa se blindam contra pressão e mantêm negociação por dívida de R$ 630 milhões Corinthians e Caixa Econômica Federal mantêm o entendime...

Corinthians e Caixa se blindam contra pressão em negociação da dívida da Neo Química Arena
Corinthians e Caixa se blindam contra pressão em negociação da dívida da Neo Química Arena (Foto: Reprodução)

Corinthians e Caixa se blindam contra pressão e mantêm negociação por dívida de R$ 630 milhões

Corinthians e Caixa Econômica Federal mantêm o entendimento para avançar nas negociações envolvendo a dívida da Neo Química Arena, estimada em R$ 630 milhões. Apesar das críticas em torno do possível acordo, os dois lados não pretendem mudar o rumo das conversas por causa da pressão externa.

A apuração do Bolavip Brasil indica que clube e banco estão alinhados para preservar os termos discutidos até aqui. A avaliação é de que a negociação deve seguir seu curso, sem que as manifestações contrárias interfiram nas tratativas.

O cenário, porém, está longe de ser tranquilo para o Timão. A possibilidade de transferir à Caixa os direitos de naming rights do estádio virou motivo de debate entre torcedores e pessoas ligadas ao Parque São Jorge, principalmente pelas condições envolvidas na operação.

Acordo enfrenta questionamentos dentro e fora do Corinthians

Parte das críticas ganhou força após a divulgação de questionamentos técnicos sobre o cálculo da dívida. O perito Anísio Castelo Branco contestou o montante atribuído ao débito, levantando dúvidas sobre os valores cobrados e ampliando a discussão em torno do compromisso financeiro.

Dentro do clube, também existem ressalvas sobre a conveniência do acordo. Os questionamentos envolvem o que o Corinthians entregaria à instituição financeira e se as condições negociadas seriam vantajosas para o futuro financeiro alvinegro.

Apesar disso, a posição apurada pelo Bolavip Brasil é de que a pressão não deve provocar uma mudança de postura nas conversas. A blindagem entre as partes é tratada como um fator importante para a continuidade da negociação.

Naming rights estão no centro da discussão

A proposta envolve os direitos comerciais ligados ao nome da Neo Química Arena, atualmente associados ao contrato com a Hypera Pharma. A possibilidade de direcionar esses direitos à Caixa faz parte das tratativas para solucionar a dívida do estádio.

O valor comercial dos naming rights é estimado em mais de R$ 70 milhões por temporada, embora a cifra exata e as condições definitivas da operação dependam dos termos contratuais. Por isso, o impacto do acordo vai além de uma simples renegociação do débito.

Enquanto a discussão financeira segue nos bastidores, o Corinthians também precisa responder dentro de campo. Nesta segunda-feira (19), o time enfrenta o Vitória, pelo Campeonato Brasileiro, tentando encerrar a sequência de oito jogos sem vencer e melhorar sua situação na tabela, em meio à preocupação com a zona de rebaixamento.