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Corinthians mira acordo de R$ 530 milhões com a Caixa e usa contrato do Palmeiras como exemplo

Cúpula corinthiana quer vender o naming rights para o banco do Governo para quitar dívida e usa valores no rival como parâmetro A dívida do Corinthians com ...

Corinthians mira acordo de R$ 530 milhões com a Caixa e usa contrato do Palmeiras como exemplo
Corinthians mira acordo de R$ 530 milhões com a Caixa e usa contrato do Palmeiras como exemplo (Foto: Reprodução)

Cúpula corinthiana quer vender o naming rights para o banco do Governo para quitar dívida e usa valores no rival como parâmetro

A dívida do Corinthians com a Caixa pela construção da Arena está na casa dos R$ 660 milhões e a diretoria do Timão encabeçada pelo presidente Osmar Stabile busca um acordo com o Governo Federal.

Segundo informações do jornalista Samir Carvalho, o Timão usa como parâmetro o acordo de naming rights da WTorre, que administra o estádio do Palmeiras, como exemplo na mesa de negociações.

Foto: Alexandre Schneider/Getty Images – Arena do Timão pode mudar de nome.

A WTorre fechou acordo com o banco digital Nubank por 10 milhões de dólares (cerca de R$ 51 milhões por um contrato até 2044). O SCCP quer fechar um acordo por valores parecidos com o Governo Federal.

Diretoria do Corinthians mira contrato de 10 anos

De acordo com Samir Carvalho, a diretoria liderada por Osmar Stabile tem reunião agendada com o banco federal na próxima semana e vai sugerir um vínculo 10 anos por valores totais entre R$ 520 milhões e R$ 530 milhões.

Desta forma, o Alvinegro do Parque São Jorge conseguiria quitar a dívida pela construção da Arena com a Caixa assumindo o naming rights do estádio. O Governo Federal ainda não passou ao clube paulista se aprova esses valores.

(Foto: Reprodução)

“O Corinthians entende que o valor de mercado do Palmeiras, que fechou com a Nubank, é cerca de R$ 52, R$ 53 milhões por ano. Esse é o valor que o Corinthians quer apresentar para a Caixa”, afirmou Samir no YouTube.

Timão busca romper com a Neo Química

O SCCP está disposto, inclusive, a fazer um contrato de 10 anos, que seria ideal, ficaria entre R$ 520 ou R$ 530 milhões. A dívida hoje está em R$ 660 milhões. O clube também aceitaria e pretende apresentar à Caixa fazer esse valor anual de 52 milhões por 15 anos, e aí ficaria elas por elas”, completou Samir no De Primeira, do UOL.

O Timão tem contrato com o grupo Hypera Pharma pelo naming rights batizado de Neo Química Arena até 2040, mas Osmar Stabile desde o início da sua gestão tem planos de romper com a empresa para conseguir valores maiores.