cover
Tocando Agora:

Franclim Carvalho admite superioridade da Chapecoense sobre o Botafogo

O técnico do Glorioso fez uma análise da partida após a eliminação, chamando atenção para o desempenho apresentado no primeiro tempo O Botafogo sofreu um...

Franclim Carvalho admite superioridade da Chapecoense sobre o Botafogo
Franclim Carvalho admite superioridade da Chapecoense sobre o Botafogo (Foto: Reprodução)

O técnico do Glorioso fez uma análise da partida após a eliminação, chamando atenção para o desempenho apresentado no primeiro tempo

O Botafogo sofreu uma derrota para a Chapecoense por 2 a 0, em partida disputada na última quinta-feira (14), com o resultado no agregado em 2 a 1, resultando na eliminação da equipe na Copa do Brasil.

Durante coletiva de imprensa, o técnico do Glorioso, Franclim Carvalho, fez uma análise sobre o desempenho apresentado na partida. A opinião do técnico foi de encontro a análise de Alex Telles, que criticou o primeiro tempo da equipe.

O comandante português admitiu que a Chape atuou melhor que o Alvinegro no confronto decisivo. “O Alex (Telles) corretamente. Demos 45 minutos de vantagem. Quem dá 45 minutos de vantagem em um nível desses não tem hipótese”.

Alex Telles comemorando gol diante do Mirassol -Foto: Wagner Meier/Getty Images

Decepcionou em campo?

“Nós fomos muito melhores que a Chapecoense (na ida), e hoje a Chapecoense foi muito melhor que nós. No primeiro tempo então, nem se fala. Temos essa consciência. No primeiro tempo, jogamos muito devagar e a minha equipe não pode jogar assim. E os meus jogadores já mostraram que não jogam isso que jogaram no primeiro tempo”.

O treinador ainda apontou que teve um crescimento no segundo tempo, mas acabou não compensando a queda no primeiro tempo. “Não estou dizendo nada que seja novidade para eles e nem para vocês. Vocês viram os outros dez jogos que jogamos em um ritmo completamente diferente desse primeiro tempo”.

“No segundo tempo, tivemos um ritmo que é o nosso Botafogo. Mesmo assim, no primeiro tempo, me lembro de duas ou três incursões do Júnior nas costas do adversário, que não definimos tão bem. Recordo-me de uma bola do Arthur que bate na trave. Depois o Júnior, no rebote, tinha que fazer o gol e ganhar a frente do adversário: ou faz o gol ou ganha o pênalti”.

Chances desperdiçadas em campo

Franclim ainda apontou que a equipe pressionou o adversário na reta final do segundo tempo, mas não conseguiu aproveitar as chances criadas na partida. “Sabíamos que o adversário ia se fechar, com o apoio dos torcedores, fazendo cera. Normalíssimo”.

“O árbitro é quem tem que dar mais tempo, mas eu acho que ele poderia dar mais dez minutos e não faríamos gol. Vocês viram que tivemos três, quatro chances claras de fazer e não fizemos. Lembro de uma do Kadir de cabeça, uma do a Kadir com o pé, uma do Tucu com o pé esquerdo e de cabeça. Então, acho que criamos o suficiente para fazer gol. 22 chutes, mas zero gols”.