Lucho Acosta projeta parceria com Savarino no Fluminense: “Temos boa conexão quando jogamos juntos”
Acosta elogiou Savarino e analisou a parceria com o venezuelano no Fluminense, além de falar sobre adaptação no clube Lucho Acosta rapidamente virou uma das ...
Acosta elogiou Savarino e analisou a parceria com o venezuelano no Fluminense, além de falar sobre adaptação no clube
Lucho Acosta rapidamente virou uma das referências técnicas do Fluminense. Nesta temporada, porém, o meia ganhou um aliado importante para dividir as responsabilidades no setor ofensivo do time.
A parceria com Savarino, que funcionou bem nas partidas contra Palmeiras e Remo, já até ganhou um apelido entre torcedores e bastidores do clube. A dupla passou a ser chamada de “SavaLucho”.
Em entrevista ao Globo Esporte, o meia destacou a qualidade do companheiro e explicou como a sintonia entre os dois vem ajudando o time: “Eu conheci ele na MLS. Sempre vi muito na seleção da Venezuela e também no Botafogo. Ele fazia a diferença. É muito craque. Quando jogamos juntos temos boa conexão. Vai ser uma coisa boa”, afirmou.
Parceria ofensiva anima o Fluminense
Savarino chegou ao Fluminense no início desta temporada e rapidamente começou a ganhar espaço no time. Já Acosta desembarcou no clube em agosto do ano passado e não demorou para se firmar como um dos jogadores mais influentes do elenco tricolor.
O argentino explicou que a decisão de deixar os Estados Unidos para voltar a atuar na América do Sul foi motivada por novos desafios na carreira. Além disso, a possibilidade de estar mais próximo da família também pesou na escolha de aceitar o projeto do clube carioca.
“Vivo isso com muita calma, mas não tem como não olhar para o Maracanã lotado e pensar nos meus filhos e nos meus pais podendo assistir aos jogos. Era o que eu tinha na minha cabeça quando cheguei”, contou o jogador durante a entrevista.
Acosta comemora um de seus gols pelo Fluminense. Foto: Jorge Rodrigues/AGIFMeia também comenta fama de jogador brigador
O bom humor de Lucho Acosta aparece até quando o assunto é mais delicado. O argentino reconhece que precisa melhorar em relação ao número de cartões amarelos recebidos no Brasileirão.
“Eu brigo porque os caras acham que podem brigar comigo só porque sou baixinho. Eles batem muito em mim, então não posso ficar sem falar nada. Tento não brigar, só não abaixo a cabeça para ninguém. Nunca”, disse o meia, em tom descontraído.