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Marrocos surge com 50% a mais de chance de surpreender o Brasil em relação aos rivais

Em análise do Bolavip Brasil, Haiti e Escócia ficam bem atrás do Marrocos em relação às chances de um possível jogo duro na fase de grupos da Copa A cada...

Marrocos surge com 50% a mais de chance de surpreender o Brasil em relação aos rivais
Marrocos surge com 50% a mais de chance de surpreender o Brasil em relação aos rivais (Foto: Reprodução)

Em análise do Bolavip Brasil, Haiti e Escócia ficam bem atrás do Marrocos em relação às chances de um possível jogo duro na fase de grupos da Copa

A cada dia se aproxima da estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo. E enquanto há preocupação de Ancelotti pela formação, com a recuperação de Neymar e recente corte de Wesley, também existe certo cuidado em relação aos primeiros adversários na fase de grupos.

E praticamente como “espião”, o Bolavip Brasil traz uma análise minuciosa dessas equipes, com base na solidez tática, peso das ligas que os atletas disputam e as campanhas no ciclo de Copa. De longe, ao se considerar tudo isso, o Marrocos surge como o grande teste do grupo de Ancelotti no Grupo C.

De acordo com o levantamento, os marroquinos concentram 70% de chance de causar real dificuldade ao Brasil. Situação bem diferente de Escócia e Haiti, que ficam atrás ao mostrar 20% e 10%, respectivamente, de possibilidade de “aprontar”.

Marrocos tende a dificultar a Seleção Brasileira em 70%

Hakimi é o principal destaque do PSG. Foto: David Ramos/Getty Images. O cenário atual: É, sem dúvidas, a principal força do grupo além do Brasil. O ciclo de Copa consolidou a geração marroquina com craques consolidados na Europa, como Bounou, Hakimi, Mazraoui e Amrabat. Já Ezzalzouli, destaque do Betis, acabou se lesionando e deve desfalcar contra o Brasil. Por que vai dar trabalho? Marrocos possui um sistema defensivo extremamente agressivo, com transições em velocidade letais. É uma seleção que vem de um quarto lugar em 2022, tendo um volume tático muito superior às outras duas concorrentes.

Probabilidade de apenas 20% de dificuldade contra a Escócia

(Foto: Reprodução)
Billy Gilmour foi cortado às vésperas da Copa. Foto: WM Sport Media/Getty Images) O cenário atual: A Escócia tem um estilo de jogo físico, com forte jogo aéreo e intensidade na marcação pelo meio. O principal ponto de força é o lateral Robertson, contratado do Tottenham junto ao Liverpool para a próxima temporada. Além do volante Mctominay, do Napoli. Por que a tendência é menor? Embora venha pontuando bem contra seleções do escalão intermediário europeu, a Escócia tradicionalmente sofre com a falta de criatividade no meio-campo contra defesas sólidas e peca na velocidade para acompanhar o ataque móvel do Brasil. Além disso, sofreu com corte de Billy Gilmour, do Napoli. Também há preocupação com outros jogadores que não estão 100%. Por conta disso, os escoceses cancelaram um amistoso de última hora contra a Noruega, o que gerou revolta dos nórdicos.

Haiti entrega apenas 10% de risco à seleção Brasileira

(Foto: Reprodução)
Wilson Isidor é o principal nome do Haiti. Foto: Vaughn Ridley/Getty Images) O cenário atual: O Haiti fez história neste ciclo ao quebrar um tabu de mais de 50 anos e garantir a vaga na Copa do Mundo. Chega como o franco-atirador do grupo. Wilson Isidor, do Sunderland, se naturalizou antes da Copa e deve ser o principal nome. Por que deve ser o jogo mais tranquilo? Apesar da grande força física e da nítida evolução recente (como a goleada por 4 a 0 sobre a Nova Zelândia nos amistosos preparatórios), a equipe esbarra na fragilidade tática e técnica quando enfrenta potências mundiais. O Brasil entra com amplo favoritismo e deve focar em construir o saldo de gols nesta partida.