Palmeiras decide não recorrer de expulsão de Andreas e perde volante na Libertadores
Clube considerou contestar cartão vermelho, mas entendeu que lance foi interpretação da arbitragem O Palmeiras chegou a consultar a Conmebol sobre a possibi...
Clube considerou contestar cartão vermelho, mas entendeu que lance foi interpretação da arbitragem
O Palmeiras chegou a consultar a Conmebol sobre a possibilidade de retirar a punição de Andreas após a expulsão na partida de ida. Internamente, o clube considerou exagerada a decisão da arbitragem e avaliou se poderia recorrer para contar com o volante no jogo de volta contra o Cerro.
A diretoria, porém, decidiu não levar o caso adiante. O Palmeiras entendeu que a situação de Andreas é diferente de outros episódios em que a Conmebol retirou cartões posteriormente.
O principal exemplo foi o caso de Plata, no confronto entre Flamengo e Estudiantes. Na ocasião, ficou comprovado pelas imagens que o jogador havia sido atingido pelo adversário, caracterizando um erro claro da arbitragem.
Palmeiras entende diferença no caso Andreas
No lance de Andreas, a avaliação é de que houve uma interpretação do árbitro, e não um erro evidente. O juiz viu a jogada e entendeu que a ação justificava o cartão vermelho, mesmo que o Palmeiras considere a decisão exagerada.
Por isso, a Conmebol sinalizou que não haveria motivo para revisão da punição. O clube também decidiu não insistir no recurso e aceitou que Andreas cumpra a suspensão.
A decisão ainda acompanha uma nova postura da Conmebol, que pretende evitar a revisão constante de cartões após as partidas. O entendimento é que abrir esse precedente poderia gerar uma série de pedidos dos clubes e transformar a competição em uma disputa interminável fora de campo.
Andreas será desfalque no jogo de volta
Com a decisão, Andreas está oficialmente fora do segundo confronto contra o Cerro. O Palmeiras perde, assim, uma peça importante do meio-campo para uma partida decisiva da Libertadores.
Apesar da reclamação interna e da avaliação de que o vermelho foi exagerado, o clube entendeu que não havia segurança jurídica ou esportiva suficiente para conseguir a retirada da suspensão.