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Penta com a Seleção Brasileira, ex-lateral Júnior demonstra confiança no hexa: “Maior de todos”

Apesar de demonstrar confiança na Seleção Brasileira, Júnior citou algumas diferenças referente ao elenco de 2002. Em entrevista exclusiva ao Basticast, o ...

Penta com a Seleção Brasileira, ex-lateral Júnior demonstra confiança no hexa: “Maior de todos”
Penta com a Seleção Brasileira, ex-lateral Júnior demonstra confiança no hexa: “Maior de todos” (Foto: Reprodução)

Apesar de demonstrar confiança na Seleção Brasileira, Júnior citou algumas diferenças referente ao elenco de 2002.

Em entrevista exclusiva ao Basticast, o ex-lateral esquerdo Júnior, pentacampeão com a Seleção Brasileira, deu sua opinião sobre o que espera do Brasil nesta Copa do Mundo.

O ex-atleta revelou que um dos trunfos da conquista em 2002 foi o alto nível técnico do elenco comandado por Luiz Felipe Scolari, diferente dos dias atuais.

“Em 2002, mesmo a Seleção não estando acreditada, tinha muitos craques, a galera, mesmo na má fase, respeitava. Vou enfrentar Ronaldinho Gaúcho, Ronaldo Fenômeno, os caras sentiam, entravam pensando de quanto iam perder. Hoje eles falam que vão ganhar!”

Júnior acredita no hexa

Apesar deste contexto, Júnior acredita que a sexta estrela chegará este ano, no comando do experiente técnico Carlo Ancelotti: “Estamos na expectativa, não entra como favorito. Porém, o Brasil é penta, é o maior de todos, então tem que respeitar o Brasil. Quando a gente entra é para ganhar“, começou.

“Sabemos que não vai ser fácil, mas nós temos confiança, dá para trazer. Temos um bom time, tem um ataque maravilhoso, tem uma defesa muito sólida.”, completou.

Seleção Brasileira começa neste sábado o caminho para o hexa – Foto: Thiago Ribeiro/AGIF.

Como foi a Copa do Mundo de 2002 de Júnior?

Na conquista do pentacampeonato mundial em 2002, o lateral teve uma participação de destaque na fase de grupos. Titular diante da Costa Rica, contribuiu diretamente para a vitória por 5 a 2 ao distribuir duas assistências e ainda balançar as redes. Ao longo do restante da campanha, atuou como opção no banco de reservas, tendo como concorrente na posição o consagrado Roberto Carlos, sua principal referência na carreira.

No futebol de clubes, Júnior construiu uma trajetória vitoriosa vestindo as camisas de Palmeiras e São Paulo. Pelo Verdão, conquistou a Copa do Brasil e a Copa Mercosul, ambas em 1998, além da Libertadores de 1999, participando de uma das fases mais marcantes da história recente do clube.

Já no Soberano, ampliou ainda mais sua coleção de títulos. Foi campeão da Libertadores e do Mundial de Clubes em 2005, além de integrar o elenco que conquistou três Campeonatos Brasileiros consecutivos, entre 2006 e 2008, consolidando seu nome entre os atletas vencedores do futebol nacional.