Rafinha chega com moral no São Paulo e já prepara primeiras decisões nos bastidores do Tricolor
Ex-jogador tem um nome muito grande no futebol e também no MorumBIS, onde foi campeão da Copa do Brasil Rafinha retornou ao São Paulo, agora como dirigente,...
Ex-jogador tem um nome muito grande no futebol e também no MorumBIS, onde foi campeão da Copa do Brasil
Rafinha retornou ao São Paulo, agora como dirigente, para tentar amenizar a crise pela qual o Clube está passando. Durante a entrevista inicial, o ex-atleta comentou sobre diversos assuntos.
A reportagem do Bolavip Brasil apurou que o multicampeão chega com carta-branca da nova diretoria para implementar mudanças que ache necessárias e, também, questionar algumas situações pertinentes no elenco, tais como vencimentos atrasados.
No atendimento à imprensa, Rafinha abordou os débitos com o plantel e minimizou o cenário, mandando um recado direto para Crespo, que citou a meta do Tricolor ser de 45 pontos.
Abre aspas:
“Foi uma declaração depois de um jogo, depois de uma derrota em clássico. O Crespo tem respaldo de toda a diretoria, de todo o departamento de futebol. Naquele momento, às vezes, fala o coração, não é momento de responder do jeito certo. Claro que o São Paulo não entra na competição pensando em fazer 45 pontos. Já falei isso como jogador”, disse, antes de acrescentar:
“Acho que em 2023, também estávamos em um momento ruim. A gente sabe do nosso momento, sem soberba alguma, respeitando ele, mas é o São Paulo, e jamais vamos entrar em uma competição (pensando assim). O São Paulo é muito grande. Essa declaração pode ter sido pelo momento, mas não é o pensamento do São Paulo, que pensa grande. O Crespo também pensa muito grande, ele gosta muito deste clube e sabe da grandeza. Quando está no São Paulo, temos que mirar o título”, completou.
O que aconteceu:
“Eu conheço todo mundo, é o mesmo time, são as mesmas pessoas. A gente sabe do momento. Presidente Massis já deixou claro. Hoje, no meu primeiro dia, já vi todo o movimento que está sendo feito para que as coisas sejam acertadas. Todo o problema político, de atraso de salário, a gente sabe, não pode ser uma muleta para os jogadores”, explicou.
“Para nenhum. Eu fui campeão aqui com salário atrasado. Rui Costa não me deixa mentir. Fomos campeões da Copa do Brasil com salários atrasados. Isso não é normal, em nenhuma profissão. A gente entende o momento. Respeitando todos que trabalham, todos os funcionários do São Paulo, mas não podemos nos apoiar nisso”, finalizou.