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Raio-X do Atleta: Gabigol é peça ofensiva do Santos na temporada

Atacante faz temporada de alta produção no Santos, com bons números de gols, sequência como titular e mobilidade no setor ofensivo 1. A afirmação no Sant...

Raio-X do Atleta: Gabigol é peça ofensiva do Santos na temporada
Raio-X do Atleta: Gabigol é peça ofensiva do Santos na temporada (Foto: Reprodução)

Atacante faz temporada de alta produção no Santos, com bons números de gols, sequência como titular e mobilidade no setor ofensivo

1. A afirmação no Santos

Gabriel Barbosa atravessa em 2026 uma fase de claro protagonismo ofensivo no Santos. Na Série A, o atacante soma 10 gols em 18 jogos, com 15 partidas como titular e 1.279 minutos, enquanto na Copa Sul-Americana soma três vezes em cinco confrontos, todos iniciados por ele. Esses números ajudam a explicar por que sua presença se tornou cada vez mais relevante desde o começo dos jogos.

O momento recente reforça o protagonismo. Nos últimos cinco jogos disputados entre 9 de agosto e 6 de setembro, Gabigol fez três gols, atuou por 393 minutos, finalizou 14 vezes e acertou cinco finalizações no alvo. O recorte inclui o gol na vitória por 3 a 0 sobre o Vasco, em 16 de agosto, e os dois gols diante do Internacional, em 6 de setembro.

2. Indicadores de impacto na temporada

Métrica/Aspecto TáticoDesempenho do JogadorImpacto Prático na EquipeGols no Brasileirão10 gols em 18 jogos, 128 minutos por gol e 10 gols marcados como titularReforça a confiança do Santos nele desde o início das partidas e transforma sua titularidade em produção concretaProdução continental3 gols em 5 jogos, 390 minutos e cinco jogos como titular na Copa Sul-AmericanaMantém presença decisiva também fora do campeonato nacionalPosição na artilharia4º lugar da Série A com 10 golsColoca Gabigol entre os principais goleadores da competição e aumenta o peso ofensivo do Santos no torneioParticipação por minuto5º em participações em gols a cada 90 minutos entre atletas com ao menos 300 minutosIndica influência ofensiva alta mesmo sem depender apenas do volume total de partidas

3. O papel tático do Gabigol no Santos

Cuca já indicou que Gabigol rende melhor atacando os espaços do que funcionando como uma referência física entre os zagueiros. Por isso, o melhor encaixe do atacante no Santos aparece menos na ideia de um homem fixo de área e mais na de um jogador de mobilidade, capaz de circular no setor ofensivo e participar da jogada sem ficar preso a uma posição rígida em todos os jogos.

Ataque aos espaços: Seu rendimento cresce quando encontra corredores para receber e finalizar, em vez de depender de disputas físicas constantes entre os zagueiros.Movimentação ofensiva: Na vitória por 3 a 0 sobre o Vasco, apareceu bem postado no ataque para marcar de perna esquerda. A jogada do gol teve assistência de Rollheiser e participação direta de Rony, um exemplo de como sua presença funciona melhor quando o ataque ganha dinâmica ao redor dele.Participação na criação: Como exemplo pontual fora do recorte recente de 9 de agosto a 6 de setembro, a atuação contra o Atlético-MG mostrou outra faceta do seu jogo. No triunfo por 2 a 0, Gabigol deu duas assistências, para Willian Arão e Oliva. Mesmo com algumas finalizações desperdiçadas, teve boa movimentação e participou ativamente das ações ofensivas.

4. O encaixe no cenário competitivo do Santos

No clássico vencido por 1 a 0 sobre o Corinthians, em 30 de agosto, Gabigol começou como titular ao lado de Neymar Jr. em uma formação que também tinha Willian Arão, Gabriel Bontempo e Barreal. O jogo funciona mais como referência de composição ofensiva do que como prova de um desenho fixo.

Ao atuar perto de Neymar Jr. e cercado por meias e atacantes com boa circulação, Gabigol amplia as opções do Santos para construir por dentro sem depender de um único tipo de jogada.

As conexões com os companheiros aparecem no passe de Rollheiser para o gol contra o Vasco e nas duas assistências de Gabigol diante do Atlético-MG.

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5. O que observar durante a partida

Ataques aos espaços: Observe se Gabigol consegue se deslocar entre os defensores e receber em condição de finalizar, característica que mais favorece seu jogo.Presença para concluir: Vale acompanhar quantas vezes ele aparece na área ou em zonas de chute, em linha com as 14 finalizações e os cinco chutes no alvo registrados nos últimos cinco jogos disputados entre 9 de agosto e 6 de setembro.Participação na criação: Repare se, quando o caminho para o gol estiver fechado, ele consegue combinar com os companheiros e servir quem chega de trás, como aconteceu nas assistências para Willian Arão e Oliva contra o Atlético-MG.