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São Paulo enfrenta pressão política por nova camisa 1, e conselheiros tentam barrar modelo antes do lançamento

Grupos do Conselho Deliberativo articulam oposição ao uniforme principal por possível conflito com o estatuto do clube O São Paulo vive novo capítulo de d...

São Paulo enfrenta pressão política por nova camisa 1, e conselheiros tentam barrar modelo antes do lançamento
São Paulo enfrenta pressão política por nova camisa 1, e conselheiros tentam barrar modelo antes do lançamento (Foto: Reprodução)

Grupos do Conselho Deliberativo articulam oposição ao uniforme principal por possível conflito com o estatuto do clube

O São Paulo vive novo capítulo de debate político nos bastidores, desta vez envolvendo o uniforme principal. Conselheiros passaram a se articular contra a suposta nova camisa 1 do clube. O modelo ainda não foi oficializado, mas já gera resistência interna. A discussão ocorre às vésperas do possível lançamento.

Segundo apuração do UOL, até integrantes próximos ao presidente Harry Massis Júnior demonstraram incômodo com o design. O principal argumento é de que o uniforme poderia contrariar o estatuto do clube. O artigo 157 define padrões para a camisa número 1. A interpretação de conselheiros é de que o novo modelo não respeitaria essas diretrizes.

Nos bastidores, o tema já chegou à mesa da presidência. A reação interna tem sido considerada forte por parte de grupos políticos. Há quem defenda que o uniforme não seja utilizado. A situação amplia o debate sobre decisões recentes no clube.

Estatuto entra no centro da discussão

O estatuto do São Paulo estabelece regras específicas para o uniforme principal. A camisa deve ser branca com faixas horizontais vermelha, branca e preta na altura do peito. As medidas e proporções também são descritas no documento. Conselheiros alegam que o novo modelo poderia desrespeitar essas exigências.

São Paulo e Grêmio se enfrentam pelo Brasileirão. Foto: Fabio Giannelli/AGIF

Apesar disso, a aprovação formal do uniforme não depende do Conselho Deliberativo. Ainda assim, o órgão pode apresentar requerimentos contrários ao uso. Essa prática já ocorreu em outros momentos com uniformes alternativos. O cenário atual repete esse movimento.

Pressão antes do lançamento

Grupos internos tentam se mobilizar antes da oficialização do uniforme. A estratégia é barrar a utilização do modelo caso ele seja confirmado. A pauta ainda não tem data para eventual votação. O clima é de debate político em torno do tema.

Nos bastidores, a avaliação é de que Harry Massis pode adiar decisões enquanto o ambiente estiver sensível. O presidente busca manter estabilidade administrativa. A repercussão da camisa se soma a outras discussões internas. O clube tenta evitar novos atritos.

O São Paulo já acertou a renovação com a New Balance até 2032. O acordo ainda depende de aprovação do Conselho Deliberativo. A parceria atual segue válida até o fim do ano. A discussão sobre o uniforme ocorre em meio a esse processo.

Enquanto o modelo não é oficializado, o cenário permanece indefinido. Conselheiros seguem atentos aos próximos passos. A diretoria avalia o impacto político da decisão. O tema deve seguir em pauta nos bastidores do clube.