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Seleção Brasileira Feminina terá que se adaptar à nova regra da FIFA sobre comissão técnica

Seleção Brasileira Feminina precisará se adequar à nova regra da FIFA que exige mulheres na comissão técnica a partir de setembro A Seleção Brasileira F...

Seleção Brasileira Feminina terá que se adaptar à nova regra da FIFA sobre comissão técnica
Seleção Brasileira Feminina terá que se adaptar à nova regra da FIFA sobre comissão técnica (Foto: Reprodução)

Seleção Brasileira Feminina precisará se adequar à nova regra da FIFA que exige mulheres na comissão técnica a partir de setembro

A Seleção Brasileira Feminina precisará se adequar à nova regulamentação da FIFA que amplia a presença feminina nas comissões técnicas. A regra passa a valer a partir de setembro e determina mudanças importantes na estrutura das equipes. A medida impacta diretamente seleções e clubes em competições oficiais. O objetivo é promover maior equidade nos cargos técnicos. A exigência já tem aplicação prevista em torneios internacionais.

A nova diretriz estabelece que todas as equipes deverão contar com pelo menos duas mulheres na comissão técnica. Além disso, uma delas deverá obrigatoriamente exercer a função de treinadora principal ou assistente técnica durante as partidas. A regra será válida para todas as competições organizadas pela FIFA. Isso inclui torneios de base e competições profissionais. A mudança cria um novo padrão dentro do futebol feminino.

Atualmente, a Seleção Brasileira Feminina é comandada por Arthur Elias e tem Rodrigo Iglesias como auxiliar. Com a nova exigência, não há obrigatoriedade de substituição de membros da comissão. No entanto, será necessário incluir ao menos uma mulher em função técnica. A adaptação será necessária para atender às normas da entidade. O ajuste deve ocorrer de forma interna.

Seleção Feminina. Foto: Rafael Vieira/AGIF

Implementação começa na Copa do Mundo Sub-20

A resolução foi aprovada pelo Conselho da FIFA e terá sua primeira aplicação na Copa do Mundo Feminina Sub-20, em setembro, na Polônia. A norma será estendida a todas as competições organizadas pela entidade. Isso inclui tanto seleções quanto clubes em diferentes níveis.

A iniciativa faz parte de um plano mais amplo de desenvolvimento. A expectativa é de impacto progressivo no cenário global. Na última Data FIFA, a Seleção Brasileira Feminina contou com diversos profissionais em sua comissão. Entre eles estavam treinador, auxiliar técnico, analistas de desempenho, preparadores físicos e equipe médica.

A composição inclui nomes como nutricionista, fisiologista e preparador de goleiras. O grupo mostra uma estrutura ampla e multidisciplinar. A inclusão exigida pela nova regra deverá ocorrer dentro desse cenário.

Adaptação deve ocorrer sem necessidade de cortes

A FIFA não determina um número fixo de auxiliares técnicos por equipe. Existe apenas um limite geral para o tamanho das delegações em competições. Isso permite certa flexibilidade para ajustes internos. Na prática, a Seleção poderá se reorganizar sem necessidade de cortes obrigatórios. A inclusão de uma profissional mulher em função técnica será suficiente. O processo tende a ser estratégico e gradual.