Torcedores são barrados com adesivos políticos e estádios do Rio de Janeiro divergem sobre regras
Após reclamações de torcedores, Maracanã muda explicação sobre restrições a adesivos políticos, enquanto BEPE nega ter dado a ordem Como relatado pelo...
Após reclamações de torcedores, Maracanã muda explicação sobre restrições a adesivos políticos, enquanto BEPE nega ter dado a ordem
Como relatado pelo O Globo Esportes, a entrada de torcedores com adesivos de conteúdo político virou motivo de questionamento em diferentes estádios do Rio de Janeiro.
Durante Flamengo x Estudiantes, na quinta-feira (22), no Maracanã, torcedores relataram que precisaram limitar a quantidade de adesivos. A explicação para o procedimento mudou ao longo do episódio.
Em um primeiro momento, a administração do Maracanã responsabilizou o BEPE pela orientação, mas o batalhão negou participação. Depois, o estádio apresentou uma nova versão e mencionou as regras da Conmebol.
Maracanã diferencia uso individual de possível panfletagem
De acordo com o posicionamento, o regulamento da Conmebol impede mensagens políticas. A administração afirmou, porém, que os adesivos poderiam ser aceitos, desde que não fosse interpretada como uma forma de distribuição.
A discussão também apareceu em outros compromissos realizados no Maracanã. Torcedores relataram situações semelhantes nos jogos entre Fluminense x Palmeiras e Vasco x Boca Juniors.
Botafogo apresenta outra posição sobre o caso
No Nilton Santos, a questão surgiu durante Botafogo x Chapecoense, no sábado (17). Diferentemente do Maracanã, o clube declarou que não havia nenhuma determinação para impedir ou limitar a entrada de adesivos políticos.
Enquanto o Maracanã relacionou o procedimento às normas da Conmebol e à possibilidade de panfletagem, o Botafogo negou a existência de uma ordem semelhante no Nilton Santos.