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Vice-presidente do Palmeiras provoca o Flamengo após demissão de Filipe Luís: “Somos diferentes”

Paulo Roberto Buosi, homem de confiança de Leila Pereira, enalteceu o Palmeiras após saída polêmica de Filipe Luís Dirigente do Palmeiras provoca o Flamen...

Vice-presidente do Palmeiras provoca o Flamengo após demissão de Filipe Luís: “Somos diferentes”
Vice-presidente do Palmeiras provoca o Flamengo após demissão de Filipe Luís: “Somos diferentes” (Foto: Reprodução)

Paulo Roberto Buosi, homem de confiança de Leila Pereira, enalteceu o Palmeiras após saída polêmica de Filipe Luís

Dirigente do Palmeiras provoca o Flamengo

A saída de Filipe Luís do comando do Flamengo não repercutiu apenas no Rio de Janeiro, mas também no Brasil todo. Nesta última quarta-feira (4), o segundo vice-presidente do Palmeiras, Paulo Roberto Buosi, publicou uma mensagem nas redes sociais que foi interpretada por muitos torcedores como uma indireta ao clube carioca.

O Flamengo decidiu mudar a comissão técnica mesmo após a goleada por 8 a 0 sobre o Madureira, resultado que garantiu a classificação para a final do Campeonato Carioca contra o Fluminense.

Em contraste, o Palmeiras segue adotando um discurso de continuidade e planejamento a médio e longo prazo sob o comando do treinador português Abel Ferreira.

Na publicação, Buosi exibiu um levantamento mostrando quantos treinadores passaram pelos quatro grandes clubes do Rio de Janeiro e de São Paulo desde que o técnico português assumiu o comando do time alviverde.

O que disse o vice-presidente?

“Não somos melhores que ninguém. Somos diferentes! Confiamos naquilo que fazemos”, escreveu o dirigente em seu perfil oficial na popular rede social Instagram.

Saída de Filipe Luís repercutiu no Palmeiras.

Abel Ferreira lamenta demissão de Filipe Luís

Abel Ferreira comentou de forma direta sobre a demissão de Filipe Luís do Flamengo. Durante um evento realizado na Federação Paulista de Futebol (FPF), o treinador português afirmou que o futebol brasileiro ainda convive com uma “cultura cruel” em relação aos treinadores.

“O Brasil não é para amadores. Há coisas que são culturais. Ainda bem que não somos todos iguais. Eu falo muito nos dirigentes. Vocês já me ouviram falar tanta coisa”, iniciou.

“Há uma coisa que é cultura, não vamos mudar. Eu ganhei duas Libertadores e era o melhor, e depois perdi outros títulos e sou o pior”, concluiu Abel, que já esteve perto de ser demitido no passado.